terça-feira, 2 de outubro de 2007

Arruma a mala aí que amanhã tem mais Estrelão

O Rio Branco deixou ontem a capital acreana com destino ao município de Itacoatiara no Amazonas. Mas até chegar lá, o estrelão precisará enfrentar algumas horas de vôo o que pode prejudicar a equipe.
Apesar das horas de vôo e de ônibus não vamos inventar desculpas como fez um veículo de comunicação da Bahia que trouxe em sua resenha o seguinte:
“O Bahia ainda teve outra chance com Charles, aos 14min. Mas a partir desse momento, o calor de 38 graus a umidade relativa do ar de 84% e a fumaça provocada pelas queimadas na região amazônica começaram a interferir no rendimento físico dos visitantes. Aos 30min, Charles passou mal e foi substituído por More”.
Até concordaria com a informação se somada a esses fatores aparecessem o fator Doca, a gordura do Nonato, o Braz e a torcida estrelada.
Pois é, o Bahia é passado, estava falando do Fast. Segundo informações “seguras” obtida pelo orkut e pelo msn, Bahia e ABC irão pagar as famosas mala-preta para o time do Fast. Alguns torcedores do próprio Bahia acham que o time não tem dinheiro para isso, já um informante lá de Natal, disse que o boato tem fundamento e o ABC não só vai fazer como já é acostumado a oferece dinheiro para outros times complicar a vida do seus adversários. Isso é o que dá emoção a essa Série C do Brasileirão, o campeonato mais emocionante do país. Ou alguém acha que a série A com aquele futebol de resultado do São Paulo é mais emocionante? Comparado com a emoção dessa “série C” está somente o sofrimento do Corinthians para não cair.
Quanto ao Rio Branco cabe jogar sério, respeitando o Fast, pois, com mala ou sem mala eles vão em busca da vitória, até porque ainda tem chances de classificação e não querem virar freguês do Rio Branco.
O fato é que é tanto boato de dinheiro para o Fast que o time vai sair rico ou vai continuar rico na terceira divisão.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Rio Branco 3 x 2 Bahia



Rio Branco fez mais uma vítima no Arena da Floresta, desta vez foi o timeco arrogante do Bahia que nem com macumba conseguiu vencer.
O Rio Branco começou perdendo, mas no segundo tempo o time consegue a virada com um gol do Juliano e outro do Marcelo Braz que comemorou com a gigantesca torcida organizada Pano Branco.
Mas depois o Bahia consegue chegar ao empate com um gol de penalty que não houve mas o juiz deu pra dá mais emoção a partida. A torcida do estrelão ficou um pouco quieta, menos a organizada “Pano Branco” que cantava:
_Segura na mão de Deus, segura na mão de Deus, segura na mão de Deus e vá!
O juiz emocionado com a fé da torcida Pano Branco ficou com peso na consciência do pênalti roubado para o Bahia e usou a lei da compensação.
Garanha cai na área e o juizão marca o pênalti para o Estrelão. Ley vai para a cobrança e leva os 20 000 presente no Arena ao delírio.
Foi só administrar e voltar a sonhar com a série B.
Como disse o patrick: “Não atrapalhe meu sonho!!!!!!”

Vamos estrelão. Vamos Torcida Pano Branco!

Isso sem contar que o Rio Branco tá jogando essa terceira fase sem o Mário.

terça-feira, 18 de setembro de 2007


Na Parada Gay, defendedo a classe dos meus amigos. A parada Gay nasceu depois que a prefeitura retirou a parada de ônibus que ficava em frente ao antigo CERB, revoltados como o acontecido os gays que estadavam e estudam no CERB que não são poucos, decidiram protestar, dai surgiu o termo "Parada Gay"

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Suicídios frustrados que dão vontade de morrer e revoltas que revoltam!

São muitas as pessoas que já pensaram em tirar a própria vida, e também são muitas as pessoas que faltam morrer de rir quando lembram das suas tentativas frustradas.

Alguns casos me chamaram atenção, como por exemplo, a de um amigo que em plena adolescência não estava feliz com o fim do seu namoro. Foi para o quarto decidido, escreveu a carta com todo aquele drama, deixou na cama da sua mãe e saiu na rua onde morava, ligou para um amigo, desabafou e pediu para que o amigo saísse em frente de sua casa. O amigo até que tentou, mas devido a “algumas doses” não conseguiu sair. Frustrado o suicida volta pra casa depois de uma madrugada inteira na rua, e o pior é que sua mãe não sentiu sua falta e nem sequer leu a carta.

Outro caso um pouco irônico foi também de um adolescente ou aborrecente que tinha uma vida muito difícil, seu carro não era importado, seu PlayStation não era o último lançamento, seu PC estava com vírus, seu som tinha quebrado, e seu cunhado aos poucos estava mais intimo na sua casa e roubando sua atenção. Pensou em suicídio mas achou melhor fugir de casa, não estava agüentando tantos problemas. Dois dias foi o tempo que ficou fora de casa, tinha esquecido o cartão e não agüentava mais comer ovos.

Outro caso, também de aborrecente que chamou muito a atenção foi o de F.. Com muitos problemas também, F. começa a beber muito, era quase que normal em cada bebedeira ele tentar o suicídio, o drama só foi superado quando na última tentativa o mesmo pegou uma garrafa de vinho quebrou no chão e ameaçava cortar o pescoço. Vários bêbados correram em cima para segurar seus braços, mas como bêbado é bicho atrapalhado, todos seguraram o braço, mas não do suicida e sim um o braço do outro. O resultado é que o suicida fez um pequeno corte no pescoço sem querer, e viu que brincar de se matar é perigoso. Depois disso nunca mais tentou contra a própria vida.

J. era um rapaz direito, sem muitos problemas, casado há seis anos, decide fazer uma viajem, sua mulher liga avisando que não quer mais ficar com ele e que está namorando outro rapaz. J. se desespera pega o carro e sai na estrada, 60, 70, 80, 90 km por hora, ele estava decidido, na próxima curva era o fim, o fim de seu sofrimento, mas de repente a gasolina do carro acaba. Resultado: teve que passar a madrugada empurrando o carro.

Chifre e suicídio andam sempre lado a lado, porém é melhor estar com chifre sabendo onde está do que com ele sem saber para onde vai. Por que quem é corno nunca vai deixar de ser, pode está vivo ou morto.

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Ricardinho: Tu nem comentou os textos :(
João: É que eu não sei o que escrever...
Ricardinho: Escreve qualquer coisa...
Ricardinho: Só não mexe com a minha mãe!

Tá reclamando de que, ô Rio Branco?

Tem gente que reclama de barriga cheia, esse é o caso do Rio Branco F.C., o time acreano mais querido.

Nunca tinha tido tanta emoção na minha vida ao acompanhar jogos da 3º divisão do Campeonato Brasileiro e os dirigentes reclamando da falta de apoio ao esporte, depois do que eu contar a vocês vamos ver se teria a mesma emoção se esse campeonato tivesse algum apoio...

Primeira emoção é para comprar o ingresso, uma fila enorme de duas pessoas, depois me dirijo para as arquibancadas, mais precisamente para o Vietnã, apelido herdade devido às bombas que são freqüentes nessa parte do Estádio.

A cada bomba soltada é uma emoção a mais, sem contar a emoção da arquibancada que pode cair a qualquer momento. Como diria o Galvão Bueno “Haja Coração” e um pouco de coragem.

Só fiquei tranqüilo quando olhei o ingresso e vi que eu tinha direito a R$ 0,15 se ocorresse algum acidente no Estádio. Fiquei com vontade de me atirar de propósito da arquibancada para receber todo esse dinheiro. Já pensou? Dava para comprar um cigarro retalho e ainda por cima um Master.

Depois que um pipoqueiro chamou toda a atenção do jogo, porque quase se queimava ao fazer sua pipoca, a arquibancada ainda inteira e as bombas estourando, fui prestar atenção no jogo.

O campo em perfeito estado, o jogador só não podia fazer cera no chão, ou então, as próprias formigas ficavam encarregada de expulsá-lo. Formigas essas que ajudavam na hora das cobranças das faltas. ,e area das faltas, era em cima de seus formigueiros que os cobradores colocava a bola, lembrand Era em cima de seus formigueiros que o cobrador colocava a bola, lembrando futebol de areia onde o jogador que vai cobrar a falta faz um montinho de área com o pé, nesse caso não precisava. A parte do goleiro é a melhor, tinha mais areia que a praia da base e a cueca do cara quando toma banho no riozinho do rola.

Sinceramente eu me diverti muito, os dirigentes do Rio Branco não deveriam ficar chateados com essas “pequenas dividas” que tomaram, isso vai deixar a coisa mais emocionante para o próximo campeonato. Imagine só, o Rio Branco vai participar da Serie C de quatro em quatro ano, e isso se conseguir passar pela eliminatória que é pagar a divida em três anos. Vai ser igual Copa do Mundo, é muita emoção.


* Esse texto foi escrito em 2004, quando o Rio Branco perdeu o mando de campo na Série C do campeonato Brasileiro e foi multado por que alguns torcedores jogaram objetos no campo.

domingo, 12 de agosto de 2007

Garrafa d'água no padrão de luz diminui a conta ou aumenta o fogo?

Você alguma vez passando na rua já deve ter se perguntado, o que aquela garrafa pet com água faz em cima do padrão da luz?

Ah...com certeza sim, se não, eu já e esses dias me contaram uma versão sobre o caso, pode não ser verdade mas achei interessante e ao mesmo tempo fiquei preocupado com as confusões que já causei.

Um amigo que trabalha na companhia de eletricidade da minha cidade disse que essa lenda vem de Portugal. Um jovem casal vivia na traição e sempre inventando uma maneira de escondê-las. É claro, a mulher do rapaz, muito inteligente para receber seu amante em casa colocava uma garrafa pet cheia de água em cima do padrão da luz e quando o marido não estava em casa tirava a garrafa para avisar ao Ricardão que a área estava liberada. Isso logo causou curiosidade nos vizinhos, cidade pequena e o marido da moça acabou descobrindo, pra não ser desmoralizado ele inventou a historia que a garrafa diminuía a conta da luz, pois todos já desconfiava da verdade. O certo é que muito bom de papo assim como a sua esposa o marido espalhou para a cidade e a fama da garrafa pet atravessou fronteiras e até mesmo aqui na cidade de Rio Branco é possível presenciar isso.

Fico pensando no tanto de confusão que causei por essa cidade, tinha uma época em que junto com uns amigos fazíamos coleção dessas garrafas, então a gente saía de noite pegando garrafas dos padrões, imagina o tanto de Ricardão que deve ter entrado na hora errada.

Obrigado Bala por essa informação, sempre fui curioso a respeito disso e lembre-se, com a garrafa é perigoso...

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Engraçado é que na casa da Graça só vive sem a garrafa, cara!!! Porque será?

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Preconceito – A coisa não “tá” brincadeira hein?!

João, que não é o meu amigo de blog, era um sujeito “descolado”, cabelos longos, tatoo da hora, recém chegado em Rio Branco. Era aquele tipo de sujeito que gostava de amizade, de noitadas acordadas entre essas outras coisas que rolam nas noitadas.

Porém, João ainda não estava entrosado na galera da rua aonde ele veio morar, aliás, um bairro de classe alta da nossa cidade que não “tá” brincadeira. Num sábado à tarde ele conhece o Marcos Fernando, um rapaz, boa pinta assim como João, cabelos longos também, e várias tattoo da hora, a diferença entre os dois era o sotaque. Sotaque esse que aproximou Marcos Fernando de João, pois Marquinho era uns dos destaques de sua turma, o cara mais pirado e que todas as menininhas com idade mental entre 14 e 15 era afim. Então com o sotaque do João, Marquinho ia ser mais maluco ainda, “tá” ligado?

-E ai bother, vamos sair hoje?
-Pow mermão, tipo assim mano, eu não conheço ninguém daqui truta.
-Cara, você “tá” comigo. Eu, Marquinho, comando essa galera e te digo mais, você com essa sua pinta ai, vai pegar todas as meninas daqui, eu falo por experiência.
-Pow Truta, to muito afim, tá ligado? E se você garante que a parada é de confiança, vamo nessa..
-Blz, a noite passo aqui pra te pegar.
-Certo Truta!

É... João tava muito feliz, a principio achou que aqui era tudo chato, mas agora tava com uma amizade já e uma amizade que tinha influência sobre os outros, melhor ainda.
Sete da noite e Marquinho já buzina na casa de João:

-Vamu cara!
-Ae truta, agora, já?
-Tamo é atrasado.
-Pow, negocio é bom então, já é! Tô saindo truta.

Negócio vai ser doido hoje manu, pensou Marquinho enquanto esperava seu novo amigo João.
João chega ao carro, se cumprimentam e os dois partem rumo à primeira balada de João em Rio Branco, uma cidade que não “tá” brincadeira hein?

-João, vamos tomar umas até dar 1h e vamos chegar na galera esse horário, vou te ensinar uma coisa parceiro: quando você é o centro das atenções, desliga o celular e desaparece um pouco, quando você aparecer mais tarde vai pular todo mundo em cima de você, ai é só pegar as gatinhas. Tendeu?

-Mas...Marquinhos, eu não bebo...
-Como é que é?
-Isso mesmo, eu não bebo. Repete João sem entender o porquê dá surpresa.
-Tu tá doido é?
-Não...
-Mas você cheira né?
-Pior...
-Fuma maconha, cigarro, alguma coisa?
-Não!
-Bicho, tu ta doido?
-Nãão, por quê? O que eu fiz?
-O que você fez? O que você não faz! Você acha que eu quero um careta andando comigo? É o seguinte cara, vamos sair, eu vou beber...e você vai ficar fingindo que ta bebendo, fumando e cheirando comigo.
-Como eu vou fingir? Eu não bebo, não fumo, não cheiro.
-Mas vai fingir, como vou chegar até meus amigos? Como vai ficar minha reputação?
-Cara, que reputação truta? Cê tá loco?
-Tudo bem, vamos pro bar, faça o que você quiser, disse Marquinhos desanimado.
-Tudo bem.

Os dois se dirigiram para o bar, Marquinho começa a beber e nem consegue mais conversar com João, que não se intimida e pede uma coca-cola. Marquinho faz um olhar de reprovação e antes das 12h os dois já encontram a turma de Marquinho.
Pedro, um puxa-saco oficial corre em direção ao carro e fala:

-E ai Marcos, quem é o maluco ai, desce ai, tem uns negócios bom aqui.
-Se você sair da frente eu até estaciono e desço sim, responde ele desanimado.

Enquanto isso a turma toda já fica de olho no novo amigo de Marquinho, principalmente as meninas, pela beleza do rapaz.

-Oi, vamos tomar uma cerveja? Pergunta Fábia.
-Eu não bebo.

Todos riram e comentaram, ele é gozador e descolado, além de bonito, completa Ana.

-Eu não estou fazendo piada, eu não bebo, não fumo e não cheiro, ao contrário da maioria dessa cidade, que DROGA! João deixa o local onde estavam os amigos de Marquinho e sai com raiva.
-Espera João, eu te deixo em casa! Gritou Marquinho.
-Olha, o Marquinho vai deixar o Joãozinho caretinha.

Todos riram e Marquinho saiu sem jeito e por isso, perdeu um pouco do poder e do respeito de todos, até inventar uma historia quando João foi embora.

-Pessoal, eu vou contar para você, o João pediu segredo mas tá foda pra mim. Ele é ex-viciado em tudo, até em crack! Tem um mês que saiu da clínica e teve que parar com tudo, pois, ia morrendo, começou com 11 anos. Ele me contou tudo naquela noite que ele saiu com raiva, a gente tava num bar e ele desabafou, agora vive assim.
-Nossa, ele é muito doidão né? Será que vai poder voltar um dia pelo menos a beber pra gente poder conversar?
-Não sei, mas ele já foi embora, deixa isso pra lá.
-Ei, Marquinho vamos nessa cara, tem um negócio bom aqui!

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E se passou um mês. Um mês desde que o primeiro texto foi colocado aqui. É difícil trabalhar sob pressão... E vê se escreve menos ricardinho, faz parcelado, que a gente faz suspense pro próximo capítulo e ainda tenta faturar uns com os comerciais, ko?